domingo, 9 de maio de 2010

Cineminha mudo de Ben e Amanda



"Calouradisséia" e "Por uns livros a mais", produções de Amanda Costa e Ben-Hur Daniel para a aula de "Contratos" do prof. Giordano Bruno. Liguem a caixa de som!

23 comentários:

Giordano Bruno Soares Roberto disse...

Amanda e Ben-Hur,

Fantástico! Incrível! Sensacional! Como é bom começar uma segunda-feira assim, viu! Chaplin ficaria feliz com o resultado.

Giordano.

Clara disse...

Adorei! Será que o Giordano dá ponto extra se vocês fizerem a continuação? Hahaha!!!

Mari Avelar disse...

Meninos! Parabéns! Se tudo der errado, façam cinema =D
Acho que trocar produtos após deles usufluir, por novas mercadorias úteis vai contra o dever de boa-fé entre os contratantes : Amanda beneficia-se de sua própria torpeza.



Quero ainda comentar um momento específico do vídeo. Vocês acham que a Amanda estava em erro quando comprou o livro do Venosa? O vendedor, estando no meio editorial , provavelmente sabe que, enfim... não passa de um folheto ou peso para porta...

Christine disse...

Quero, primeiramente, parabenizar a Amandinha e o Ben, porque o video ficou realmente sensacional!!! Parabens mesmo!!
Em segundo lugar, respondendo à pergunta da Mariana, não aceredito que a Amandinha estava em erro, afinal, ela sabia que estava comprando o livro do Venosa, não tendo ocorrido uma falsa representação da realidade. Até porque, se o Venosa é um bom ou um pessimo autor, isso é questão de gosto, o que é muito subjetivo. Assim, o vendedor podia realmente achar que o livro do Venosa é muito bom...(gosto não se discute..hehe).
Em relação a trocar mercadorias depois de usá-las, minha opinião é a mesma da Mariana. A Amandinha estaria se utilizando de um conhecimento jurídico que tem para se beneficiar, não agindo de acordo com o princípio da boa-fé. Além disso, estaria ferindo a função social do contrato, tendo em vista à devolução constante dos livros que compra. Isso porque essa função, inerente ao próprio contrato, tem como escopo dar boa fluidez à economia, o que não ocorre quando o consumidor, no caso em questão a Amandinha, desiste várias vezes da compra.

Renata disse...

Em primeiro lugar, parabéns pelo vídeo. Realmente, ficou muito bom. Quanto à questão da troca de mercadoria após usá-la, acredito que isso seja contrário ao princípio da boa-fé, uma vez que Amanda prejudicou a outra parte, aproveitando-se da ignorância do vendedor. Já em relação à compra do livro do Venosa, assim como Christine, também não creio que Amanda estava em erro, pois, em nenhum momento, houve uma errônea representação da realidade.

Fernanda V. Versiani disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Fernanda Versiani disse...

Ahhhh...adorei!!! Muito criativo!!!

Seria demais dizer que quem ganha o duelo é o Princípio da Obrigatoriedade dos Contratos com ajuda do Princípio da Boa-fé????

Luciana Azevedo (5ºB-FDUFMG) disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Luciana Azevedo (5ºB-FDUFMG) disse...

Ben e Amanda,
Fenomenal! Super descontraído e instrutivo o cineminha mudo de vocês!
É muito legal a maneira como vocês conseguem tratar duas situações parecidas, mas que tem repercussões jurídicas completamente diferentes. No primeiro vídeo, o vendedor tem age de má fé para enganar a compradora que se encontra em estado de necessidade urgente. Já no segundo, quem não age de boa fé é a própria compradora que usa o produto, retira do mesmo um bom proveito e depois alega uma falsa informação ao comprador para desfazer o contrato e readquirir seu dinheiro.
Muito bacana! Parabéns!

Ben-Hur disse...

Na minha leitura do cineminha não houve má-fé do vendedor ao praticar o negócio. Além do mais, ela não é requisito do instituto trabalhado (e nem o estado de necessidade da outra parte). O direito de reflexão só exige que o contrato tenha sido formado fora do estabelecimento comercial, ocasião em que geralmente a negociação é mais agressiva (por parte do vendedor)e o consumidor é impulsionado à compra. Não há contudo, má fé, e, se há, talvez fosse a hipótese de dolo.

Rafael Dilly Patrus disse...

Bacana demais, pessoal. Parabéns pela criatividade!

Guilherme Vinseiro disse...
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Guilherme Vinseiro disse...

Digno de um OSCAR!!!

Parabéns, Ben e Amandinha!!! Queremos um filme por unidade do cronograma das aulas de Civil, vcs topam? hehe

Amanda Rangel disse...

Adoooooreeeeeeeeei!
Muitoooo bommmm!!!! Direito Civil de uma forma divertidaaaa!!!!
Parabénssss!!!!!

Juliana disse...

Parabéns!!! Ficou ótimo!!! Vocês tiveram muita criatividade! Adorei!

Gisella Ferreira disse...

Excelente trabalho! Quanto ao livro do Venosa... Cada um é livre pra contratar comprar o que quiser, logo independente de considerar ou não um bom livro, acredito que não houve erro algum.

Anelice Costa disse...

Não poderia deixar de comentar!
Ficou otimoooooooo!!!
é muito bom saber que há formas variadas de se tratar o direito!
quem sabe inovamos nas aulas, e passamos a ilustrar a matéria com cineminhas?
Mais uma vez, Parabéns!!!

Christina disse...

Parabéns!O trabalho ficou ótimo!!!
Não acredito que o vendedor agiu em desacordo com o princípio da boa-fé ao vender o livro do Venosa. Ele poderia acreditar que o livro é bom.
Na segunda situação a Amandinha não agiu conforme o princípio da boa-fé. Ela não teria o direito de usar os livros e devolvê-los com o intuito de se aproveitar da situação.

Christina disse...

Parabéns!O trabalho ficou ótimo!!!
Não acredito que o vendedor agiu em desacordo com o princípio da boa-fé ao vender o livro do Venosa. Ele poderia acreditar que o livro é bom.
Na segunda situação a Amandinha não agiu conforme o princípio da boa-fé. Ela não teria o direito de usar os livros e devolvê-los com o intuito de se aproveitar da situação.

Christina disse...

Parabéns!O trabalho ficou ótimo!!!
Não acredito que o vendedor agiu em desacordo com o princípio da boa-fé ao vender o livro do Venosa. Ele poderia acreditar que o livro é bom.
Na segunda situação a Amandinha não agiu conforme o princípio da boa-fé. Ela não teria o direito de usar os livros e devolvê-los com o intuito de se aproveitar da situação.

Christina disse...
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Fernanda Vale Estanislau disse...

Parabéns! O vídeo ficou ótimo. Tratou a matéria de forma divertida, mas, ao mesmo tempo, tem conteúdo. Isso porque ao abordar o direito do consumidor,além de destacar a situação em que o consumidor é enganado, também permite analisar a circunstância do consumidor que abusa de sua proteção para lesar o fornecedor, o que muitas vezes não é apreciado.

Bernardo Carvalho disse...

Apesar de já ter dado os parabéns pessoalmente, aproveito este momento para refletir sobre as questões aqui propostas. Não acho que o consumidor foi enganado na primeira parte do filme, uma vez que caberia uma maior diligência por parte dele. Ademais, muito difícil seria comprovar a má fé do vendedor, que se cogita ter a intenção de se livrar de um livro de gosto duvidoso. Até pq não é comum aos vendedores de livro fazerem este tipo de juizo de valor, assim como existem professores que adotam os livros de Venosa nas bibliografias que indicam.

Já na segunda parte do filme, a consumidora age contrariamente ao escopo econômico do contrato, posto que, ao devolver livro que satisfez suas expectativas por completo, atrapalha a fluidez da economia. Cabe indagar se caberia ao vendedor rejeitar a devolução do preço pago, tendo em vista que a norma que dispõe este direito do consumidor é de ordem pública.